massagem ao peixero do mercado

Conheci o Renato quando cheguei ao Brasil. Ele é colombiano, mora em São Paulo e trabalha no supermercado que eu frequento, no setor de peixaria. Comecei a conversar com ele e, aos poucos, fomos ficando mais à vontade.Numa sexta-feira ele me convidou para tomar uma cerveja. Começamos falando de tudo. Ele perguntou no que eu trabalhava e eu disse que fazia conteúdo, com héteros e mais. Ele perguntou que tipo, e eu falei que era conteúdo de massagem. Me arrisquei e ofereci. Ele disse que a gente fazia, mas sem filmar. Eu respondi que, pra mim, assim não compensava.O tempo passou. Eu continuei oferecendo. Uma vez ele se lesionou e aí disse que queria topa, porque estava com dor nas costas — só que precisava ser na casa dele. Eu fui.No começo fiquei um pouco surpreso, porque eu não imaginava que, debaixo daquele uniforme branco cheirando a peixe, existia aquele corpo: liso, definido, tatuado. Ele relaxou bem, mesmo na cama. Massageei cada parte do corpo. Quando ele virou, lá estava o pau dele: grande, preto, grosso, ainda mole. Ele deu um pulo dizendo que ia ficar duro — “se me va a parar el huevo”, acho que é assim que falam na Colômbia.Pouco a pouco foi ficando mais duro, mais excitado. Terminei chupando o pau dele por muito tempo. Acho que nunca tinha chupado tanto. Não consegui excitá-lo até gozar. Trabalhei bastante, mas não consegui.Quando terminamos a massagem, ele disse que tinha gostado muito, mas que não conseguia se concentrar porque eu era homem e, além disso, eu já tinha virado quase um amigo, de tanto que a gente tinha conversado.Não se repetiu. Mesmo assim, eu sempre lembro.


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