Amarrado e vulnerável

Quem acompanha meu conteúdo nota que minha prática de edging tem um caráter mais terapêutico que fetichista. Eu costumo conversar com os candidatos, deixá-los à vontade e confiantes para entregar seus corpos nas minhas mãos, e raramente uso a abordagem fetichista de amarrar e usar o corpo contra a vontade. Mas, às vezes, a vontade é exatamente ser amarrado e usado, e se isso adiciona uma camada de prazer à sessão, por que não tentar?O jovem leiteiro gosta de se sentir entregue e vulnerável, então optei por uma amarração básica nas pernas para experimentar, deixando o pau e o saco sempre acessíveis, sem chance de se proteger da minha ordenha, O pau bem duro, com anel deixando mais sensível, firme e com as veias saltadas, onde a única opção é se entregar, gemer e implorar pra parar quando chegar perto de gozar.Edging é sobre conectar com o corpo e explorar o prazer, e a regra é estar bem, confortável e curtindo o processo, e assim eu compreendo como cada homem se relaciona com seu prazer, e descubro novas formas de explorar e extrair o máximo de êxtase. Nesta sessão, percebi que amarrar pode não ser apenas associado a coerção, mas uma forma de imobilizar o corpo, deixando mais vulnerável e suscetível a ser explorado, por vontade própria.


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