massagem num dia de chuva a macho gostoso

Naquele dia São Paulo estava fria e cinza. A chuva caía há horas, deixando as ruas escorregadias e o ar cortante. O Caio chegou encharcado. Água escorria do cabelo e dos ombros do casaco. As mãos estavam geladas. Os pés, quando ele tirou os sapatos, pareciam congelados.Ele parou no meio da sala e perguntou, quase sem jeito, se precisava tirar a roupa toda. Eu disse que sim.Ele se despia sem pressa. Um homem grande. Largo, corpulento, peludo. Peito, barriga, coxas cobertos de pelo escuro. Um corpo sólido, masculino. Um macho de verdade. Deitou de bruços na maca. Eu cobri o rosto dele com uma toalha para que ele pudesse desaparecer um pouco, para que a cidade, a chuva e o que ele carregava ficassem do lado de fora.Comecei pelos pés, aquecendo com óleo e pressão, depois subi pelas panturrilhas, pelos músculos grossos das coxas, pela largura das costas. Devagar a tensão foi saindo. A respiração ficou mais lenta. Ele perguntava baixo: o que eu estava fazendo, por que aquele ponto, se eu gravava as sessões. Queria o vídeo quando terminasse. Eu disse que mandaria.A sala cheirava a óleo e pele molhada de chuva. Continuei o trabalho. Quando pedi para ele virar, ele virou.Estava lá. Grossa, rosada, já dura contra a barriga. Pesada. O tipo de pica que faz a boca salivar antes mesmo de você decidir alguma coisa.Continuei massageando o peito, a barriga, a parte interna das coxas, fingindo que a parte profissional ainda mandava. Não mandava. Ele estava completamente duro e eu não aguentei. Inclinei e coloquei na boca.Ele soltou um som baixo debaixo da toalha. Discreto. Quase engolido. Embaixo da toalha só existia sensação: o calor, o peso na língua, o gosto de pele e óleo. Fui devagar, depois mais rápido, intercalando a mão e a boca, chupando a cabeça, masturbando o pau grosso, descendo o máximo que dava. Cada centímetro. Ele ficou quase imóvel, só o quadril subindo um pouco de vez em quando, a respiração prendendo.Não parei até ele gozar. Um jato grosso, de uma vez. Muito. Encheu minha mão, escorreu pelos dedos. Debaixo da toalha ele riu — risadas curtas, surpresas, quase envergonhadas, como um homem que acabou de deixar sair algo privado e não sabia o que fazer com isso.Limpei com cuidado. A barriga, o pau, minhas mãos. Depois de um tempo ele se sentou, ainda um pouco corado, e disse que voltaria.A chuva ainda caía quando ele saiu.


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