macho reservado

Eu estava andando pela Avenida Corrientes, no centro de Buenos Aires, quando o vi. Ele corria sem camisa, o peito brilhando de suor, o tronco definido, os abdômenes marcados a cada respiração. Parecia um daqueles caras que vivem na academia. De repente um táxi freou seco ao lado dele. Ele tentou desviar, perdeu o equilíbrio e torceu o tornozelo. Ficou mancando, fazendo uma careta de dor.Eu me aproximei.— Você está bem? Ele me olhou, um pouco envergonhado, e assentiu. Ficamos conversando um tempo ali mesmo na calçada. Eu disse que era fisioterapeuta e massagista, que estava no começo e precisava de modelos, e que ele tinha exatamente tudo o que eu precisava para aquela massagem. Se quisesse, podíamos marcar uma sessão. Ele aceitou.Naquela mesma noite ele apareceu na minha casa. Na época eu não tinha maca, então fiz a massagem na minha cama. Comecei pelo tornozelo, depois as panturrilhas, as coxas, as costas… devagar, com cuidado. O corpo inteiro dele era torneado e duro, cada músculo sob as minhas mãos. Ele foi relaxando aos poucos, respirando mais fundo.Quando pedi para ele virar de barriga para cima, o pau estava mole, apoiado na coxa. Enquanto minhas mãos continuavam passando pelo abdômen, pelo peito e pela parte interna das coxas, ele foi engrossando, ficando mais duro, até ficar completamente ereto. Eu não falei nada. Simplesmente me incline, coloquei na boca e comecei a chupar devagar enquanto batia uma com a mão. Ele ficou quieto, daqueles machos reservados, soltando só alguns gemidos baixos de vez em quando. Continuei até ele gozar, esporrando no próprio estômago e peito. Ter na minha cama aquele corpo lindo e torneado, aquele macho reservado, saboreá-lo e ver ele perder o controle… foi delicioso.


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