Era só uma carona… até o ‘hétero’ da obra perder o controle
Eu só fui ser generoso… sol escaldante, o cara saindo da obra, corpo cansado, suado, daquele jeito que já chama atenção sem esforço.Ofereci carona… e ele entrou.No começo, silêncio. Mas silêncio também fala.O ar dentro do carro ficou pesado rápido demais… não era só o calor lá de fora.Ele tentava manter a postura, aquela segurança de ‘hétero’… mas o corpo não acompanhava o discurso.O jeito de olhar, de se ajeitar no banco, de se aproximar aos poucos… nada ali era tão inocente quanto parecia.A conversa foi ficando baixa, mais lenta… e o espaço entre a gente, cada vez menor.Tinha uma tensão ali que não dava pra fingir que não existia.E quanto mais o tempo passava, menos ele parecia preocupado em esconder.O cansaço foi dando lugar a outra coisa… uma vontade mal disfarçada.E eu deixei acontecer… porque tinha coisa ali que não precisava de permissão, só de oportunidade.Ele não falou muito… mas também não recuou em nenhum momento.E quando alguém não recua, já diz tudo.No meio do caminho, já não existia mais rótulo, nem desculpa… só impulso.Deixei ele no destino como se fosse só mais uma carona…
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