Bruto, Negro e Gostoso - PARTE 2 FINAL

Ele me empurrou na cama como se tivesse pressa, como se já tivesse esperado demais. O peso do corpo dele caiu por cima de mim, quente, forte, sufocante. O beijo era bruto, quase uma briga de língua, dentes roçando, respiração quente demais.— Caralho… — escapou da minha boca, sem controle.As mãos dele não pediam licença, apertavam, agarravam, marcavam. Cada toque era um choque, um comando. Eu sentia o peito dele colado no meu, duro, suado, o cheiro de tesão no ar.— Puta que pariu… — gemi alto, sem vergonha nenhuma.Ele sorria de canto, aquele sorriso de safado que sabe exatamente o que está fazendo. Me virava, me puxava, me prendia, como se o quarto fosse pequeno demais pra tanta força.— Vai, porra, não para — eu pedia, arfando, completamente entregue.O ritmo dele me deixava fora de mim, como se cada movimento fosse arrancar um pedaço meu. Não dava tempo nem de pensar, só de sentir.— Me fode direito, caralho! — gritei, quase implorando, perdido no prazer bruto.O quarto inteiro parecia vibrar com nossos corpos, o som da cama, dos gemidos, dos palavrões misturados. Eu já não sabia se queria mais, ou se já estava acabado. O corpo tremia, queimava, como se ele fosse me devorar inteiro.— Isso, porra, acaba comigo… — as palavras saíam como gemidos, roucas, sem força.E ele continuava, sem dó, sem freio, como se o mundo tivesse sumido e só existisse aquilo: suor, força e a fúria do prazer.


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