A Massagem no Motel
Eu o conheci quase por acaso. Um haitiano, alto, 1,85 de pura presença, o corpo marcado pelo treino e a pele brilhando sob a luz. Sarado, forte, daqueles que ocupam o espaço inteiro quando chegam. A voz grave, o sotaque carregado e aquele olhar direto que parecia despir antes mesmo do toque.Ele me contou que estava voltando a treinar na academia e que o corpo doía, pedindo uma massagem relaxante. Aceitei na hora — e não era só pela massagem. Havia algo nele que me atraía sem esforço.No quarto de motel, a luz baixa criava um clima íntimo. Pedi que ele se deitasse de bruços. O cheiro do óleo perfumado misturava-se ao calor do ambiente, e minhas mãos começaram a percorrer seu dorso largo e firme, deslizando pelos ombros tensos, descendo lentamente pelas costas. Cada músculo se contraía sob meus dedos, como se ele resistisse e ao mesmo tempo se entregasse.A cada toque, a respiração dele ficava mais pesada. O silêncio era preenchido apenas pelo som da pele contra pele, do óleo espalhando-se pelo corpo dele. Meus dedos deslizavam pelas curvas da cintura, pelo desenho das coxas fortes. Eu sentia que a massagem já não era apenas relaxante.Ele se virou, de olhos fechados, mas o corpo dizia tudo. O clima tinha mudado — o ar estava carregado de desejo. Meu toque deixou de ser técnico, virou provocação. Não houve pressa: cada gesto prolongava a tensão, cada segundo parecia o início de algo maior.Não trocamos beijos, mas havia fogo em cada contato, em cada aproximação. Foi intenso, cru, cheio de desejo represado que explodiu no final. O motel guardou aquela noite de entrega silenciosa, onde os corpos falaram o que as bocas não disseram.
This content is exclusive to Subscribers! To access click:
If you are not a subscriber yet, subscribe now and get UNLIMITED ACCESS! Plans from R$ 29.99
