TRABALAHADOR PORTUÁRIO DOTADO

Eu estava na caça… sedento, inquieto, com aquele desejo queimando por dentro. Entrei no carro sem rumo certo, só com uma coisa na cabeça: encontrar um homem de verdade, desses com cheiro de trabalho, de rua, de vida.Rodei pelo centro de Manaus até que vi ele. Um coroa… presença forte, jeito malandro, olhar vivido, mas ainda com aquele ar de garotão que chama atenção. Não pensei duas vezes. Encostei, puxei conversa… e ele entrou no jogo.O tempo dele era curto — disse que trabalhava em embarcação e precisava voltar logo — e isso só deixou tudo mais intenso, mais urgente.Fomos para um estacionamento de feira, meio afastado, desses que parecem esquecidos. Parei numa parte mais isolada, o coração acelerado, a tensão no ar.Em um momento, olhei pelo retrovisor… algumas pessoas se aproximando ao longe. Mas nada importava. O mundo lá fora sumiu. Só existia aquele instante, aquela conexão crua, impulsiva, sem filtro.E ali, dentro do carro, entre pressa e desejo, tudo aconteceu do jeito mais intenso possível… como se fosse a última vez.


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