COMI O NOVINHO DOTADO NA CAMA DOS PAIS

Quando cheguei à porta da casa dele, o silêncio do bairro parecia conspirar a favor do que estava prestes a acontecer. Ele abriu com um meio-sorriso, o tipo de sorriso que não esconde intenção nenhuma. O olhar dele descia, subia, me avaliando sem vergonha alguma, e isso só aumentava o calor que já vinha crescendo no caminho. A casa estava vazia, e ele fez questão de mencionar isso enquanto me puxava pelo braço, com uma firmeza que não combinava com aquele rosto de garoto recém-adulto.O cheiro do perfume dele misturado ao ambiente deixava tudo mais denso, quase elétrico. Entramos no quarto dos pais, e foi como se ele tivesse escolhido o cenário mais proibido de propósito. Ele se aproximou devagar, encostando o corpo no meu e deixando claro que queria mais do que palavras. O jeito como ele me provocava — os toques, a respiração quente no meu pescoço, a segurança com que me guiava — deixava impossível pensar em qualquer limite.O quarto parecia pequeno demais para conter aquela vontade, aquela urgência silenciosa que ele deixava escapar nos gestos. Ele era ousado, intenso, sem medo de demonstrar o quanto estava entregue ao momento. E ali, naquele espaço proibido, tudo ganhou um sabor ainda mais forte, como se cada movimento carregasse a adrenalina de algo que não deveria estar acontecendo.TESÃO EM COMER NOVINHOS E HOMENS DOTADOS


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