O Jiujiteiro Tatuado
Eu tava na rua quando vi ele. Um moleque grandão, corpo trincado, cheio de tatuagens espalhadas pelo braço e pelo peito que aparecia pela regata larga. Devia ter uns 19, 20 anos, cara de hetero safado, jeitão de jiujiteiro. O olhar dele bateu no meu e eu não pensei duas vezes. Puxei papo, direto, daquele jeito malicioso. Ele riu meio sem graça, mas entrou na minha vibe.Conversa vai, conversa vem, soltei:— Bora num motel?Ele deu uma risada curta, coçou o queixo, olhou pros lados e soltou:— Bora, foda-se.Entrei no carro com ele do lado. No caminho, o clima já tava pesado, a tensão sexual dava pra cortar. Eu olhava pro braço tatuado dele, pro volume no short, e só pensava em meter. Ele percebeu e deixou a mão cair na minha coxa, firme. Quase parei o carro ali mesmo pra beijar e chupar, mas segurei até o quarto.No motel, nem esperei a porta fechar direito. Empurrei ele na cama, subi em cima e beijei com força. A boca quente, a língua dele nervosa, meio desajeitado mas safado. Tirei a regata dele e as tatuagens ficaram ainda mais à mostra, o abdômen duro, cheiro de macho, suor e perfume barato. Joguei ele de barriga pra cima e já fui abrindo o short. O pau dele pulou duro na minha mão, grosso, cabeça vermelha latejando.Chupei ele com vontade, engoli até a base, fazendo ele gemer alto, agarrando meu cabelo. O moleque tava entregue. Levantei a cabeça e falei no ouvido dele:— Hoje você vai ser meu. Vou te foder de todas as formas.Ele só respirava pesado e concordava, olhos fechados, mordendo o lábio.Botei ele de quatro, a bunda dura, redonda, empinada na minha cara. Passei a língua no cu dele devagar, senti ele arrepiar inteiro. Fiz ele gemer gostoso, pedindo mais. Lambi, chupe, preparei com a saliva, e quando ele tava se abrindo, enfiei meu pau nele de uma vez, sem camisinha, sentindo o calor e o aperto que parecia me engolir.Ele gritou, agarrou o lençol e eu socava cada vez mais forte.— Vai, porra... mete! — ele gemeu, já sem vergonha.Peguei ele pelo cabelo e puxei a cabeça pra trás enquanto metia, a cama batendo na parede. Virei ele de várias posições: de quatro, de bruços, ele deitado com a perna levantada, depois sentei ele no meu pau e fiz cavalgar. Mais de trinta minutos socando sem parar, o quarto só com cheiro de suor, gozo e gemido.No final, meti ele de conchinha, abraçado, metendo fundo e rápido até explodir dentro dele, gozando quente, sem camisinha, sentindo meu gozo escorrer por dentro. Ele gemeu alto, gozou junto, melando a barriga.Deitamos suados, exaustos, mas eu ainda passei a mão no corpo tatuado dele e pensei:— Esse moleque ainda vai voltar pra mais.
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