FETICHE DO SUSHIMAN HETERO - PART1

Quando ele me chamou pelo bate-papo, senti aquele frio na barriga. Ele deixou claro: queria que eu fosse montada, bem menininha, exatamente como a fantasia dele. Passei horas me arrumando — vestido curto, batom vermelho marcando minha boca, cílios longos, o cheiro doce do meu perfume preenchendo o quarto. Quando me olhei no espelho, até eu fiquei excitada com a imagem refletida.Peguei o carro e fui até a casa dele. O coração disparava a cada esquina que se aproximava do endereço. Ele abriu a porta e me olhou de cima a baixo, um sorriso safado no rosto. Senti o olhar dele queimando minha pele, como se já estivesse me despindo. Entrei e, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele me puxou pela cintura e grudou a boca na minha.O beijo era forte, urgente. A língua dele invadia minha boca enquanto as mãos deslizavam pelo meu corpo, apertando minha bunda por baixo do vestido. Eu gemi baixinho contra os lábios dele, sentindo meu corpo todo arrepiar. Ele me empurrou contra a parede, mordendo meu pescoço, e sussurrou:— Do jeitinho que eu sonhei… minha menininha.Eu quase derreti. Quando ele levantou meu vestido, gemeu ao ver a lingerie rendada que eu tinha escolhido só pra ele. Me virou de costas, roçando o corpo dele contra o meu, e eu já sentia o volume duro pressionando minha bunda. O tesão era tanto que minhas pernas tremiam.Ele me levou até o quarto, me jogou na cama e tirou a camiseta, revelando aquele corpo que eu já imaginava desde o bate-papo. Subiu em cima de mim e começou a me chupar, mordendo meus seios falsos por cima do sutiã, depois descendo pelo meu corpo até me deixar implorando. O jeito bruto e faminto dele só aumentava meu desejo.Quando finalmente me penetrou, o gemido escapou alto da minha boca. Eu me agarrei nos lençóis enquanto ele me segurava firme pela cintura, metendo cada vez mais fundo, me chamando de “gata”, “menina gostosa”, enquanto o quarto inteiro se enchia do som de nossos corpos se chocando. O prazer era intenso, quente, sem censura — exatamente como a fantasia dele pedia.Perdi a noção do tempo, só me entreguei. Cada estocada, cada gemido, cada palavra suja dele me fazia querer mais. No final, desabei ofegante nos braços dele, sentindo o suor grudar nossos corpos. Ele me olhou satisfeito, mordendo o lábio, e disse baixinho:— Quero você assim sempre. Minha menina.


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