Novinho do Curso Técnico - TODO MARGINAL

Eu já tinha reparado nele algumas vezes. Um novinho do curso técnico, uns 19 anos, moreno, magro, jeito de cria, aquele estilo marginal que chamava minha atenção de cara. Sempre de bermuda larga, camiseta simples e sandália, postura de quem não tá nem aí pra nada. O olhar dele era intenso, mas com aquele ar de quem não se assume, como se escondesse um fogo que só precisava ser provocado.Numa noite, quando ele saiu da aula, ofereci carona. Ele hesitou por um segundo, mas entrou no carro e jogou a mochila no banco de trás. O clima era estranho no começo, mas a tensão estava ali, carregada. Quando estacionei perto da casa dele, ele me encarou de lado, mordeu o lábio e falou:— Cola amanhã de tarde, a gente troca uma ideia.Passei o dia inteiro com isso na cabeça. Na tarde seguinte, parei numa rua deserta, perto da casa dele. Ele veio andando tranquilo, entrou no carro, fechou a porta e me encarou sério. Ficamos em silêncio por alguns segundos, até que ele me puxou pela nuca e me beijou, rápido, forte, como quem estava guardando aquilo.A mão dele desceu direto pra minha cintura, me virando no banco. Eu já estava duro só de sentir o peso da respiração dele. O beijo era bruto, urgente. Quando enfiei a mão pela bermuda larga dele, senti na hora: o pau dele era grosso, quente, latejando, muito maior do que eu esperava.Ele riu com aquele jeito de quem gosta de ser desejado.— Sabia que você queria isso — murmurou, me empurrando de leve contra o banco.Sem enrolar, ele tirou a camiseta e baixou a bermuda. O dotadão ficou exposto, duro, pulsando. Meu tesão explodiu na hora, e eu não resisti: desci a boca nele, chupando fundo, língua lambendo cada veia, engolindo o máximo que conseguia. Ele gemia baixo, mas com aquela postura de hétero contido, como se quisesse segurar. Segurava firme minha cabeça e metia fundo, com vontade.Depois de um tempo, ele me puxou de volta pra cima, me virou de costas e abaixou minha bermuda. Encostou a cabeça do pau quente entre minhas pernas e, sem demora, me penetrou. A sensação foi intensa, bruta, direta. Ele era ativo, dominante, e deixou isso claro no ritmo forte, estocadas firmes que faziam meu corpo se chocar contra o banco.Eu gemia alto, agarrando o estofado, enquanto ele fodia com força, sem parar. O carro balançava, as janelas embaçavam, e o cheiro de sexo tomava conta do espaço. Cada investida era mais fundo, mais pesada, e eu sentia a respiração quente dele colada na minha nuca.Ele acelerou ainda mais, gemendo baixo, o pau latejando dentro de mim. Quando chegou no limite, puxou rápido, tirando e batendo o pau na minha bunda. Com gemidos fortes, gozou todo em cima dos meus glúteos, quente, melando minha pele.Ficamos ofegantes, respirando pesados. Ele ajeitou a bermuda, ainda rindo daquele jeito debochado.— Ninguém pode saber disso… mas foi bom pra caralho.E eu sabia que não ia ser a última vez.


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