PASSGEIRO HETERO NEGÃO QUE MAMEI NA ESTRADA

Saí cedo pra rodar no Uber, eram umas oito da manhã, ainda com o corpo meio mole de sono, mas o tesão sempre pronto. Entrei na correria e logo um negão enorme chamou a corrida, entrou no banco da frente, aquele cheiro de perfume forte, braço tatuado, sorriso de malandro e cara de hetero marrento. Assim que fechou a porta, ele já começou a puxar papo, falando das fêmeas que comia, das bocetas molhadas que já tinha feito gritar. Eu, na maior cara de pau, comecei a falar dos machos que eu pegava, das picas que já tinha engolido. Ele riu, dizendo que eu era safado, mas a cada palavra eu percebia a calça dele ficando mais estufada.Olhei rápido e vi a pica armando, dura, torta pra esquerda, parecia um monstro escondido ali dentro. Ele olhou pra mim com aquele ar de desafio e soltou: “tu faria um boquete agora?”. Meu pau endureceu na hora, engoli seco e respondi sem pensar: “faço sim, macho”. Ele riu e mandou eu parar o carro numa estradinha deserta, no meio do caminho pro trampo dele. Estacionei com o coração acelerado, ele abriu a bermuda e deixou a rola saltar pra fora, uns dezoito centímetros de carne quente, grossa, morena, latejando.Eu já desci lambendo a cabeça melada, sentindo o gosto forte, aquele cheiro de macho que não tinha medo de nada. Ele gemia baixo, segurando minha cabeça, enfiando sem dó, socando minha boca com aquela pica deliciosa. “Chupa, viado, engole essa porra toda”, ele dizia, rindo safado, enquanto eu babava, engasgava e ainda assim queria mais. A tatuagem no braço tremia quando ele se apoiava no painel, socando fundo. Cuspe escorria, eu lambia até o saco, sentindo o peso, ele quase gozando.“Caralho, que boca boa da porra, sabia que tu ia ser safado”, ele falou, gemendo forte, socando mais rápido. E ali, na estrada vazia, de manhã cedo, eu só queria engolir cada gota daquele negão dotado.


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