O Vigilante da Madrugada - HETERO SAFADO
Era cedo, ainda não tinha nem sol direito. Umas sete da manhã quando eu cruzei com ele. Entrei no carro e logo percebi que aquele homem não passava despercebido. Moreno, tatuado, o olhar firme, marrento, cara de quem não leva desaforo de ninguém. Aquele jeito de marginal, de macho seguro de si, me arrepiou na hora.A camisa azul de manga longa estava marcada de leve pelo suor da noite, um cheiro forte de homem que se misturava ao perfume barato e ao calor da pele. A calça jeans preta, já gasta e desbotada, moldava o corpo dele de um jeito provocante. Cada movimento que fazia revelava músculos firmes, acostumados com trabalho duro.Sentei ao lado, mas parecia que o carro ficou pequeno para tanto cheiro de testosterona. A fragrância bruta dele me envolvia, me fazia prender a respiração só para sentir melhor. O silêncio dele dizia mais que qualquer palavra. Era um silêncio carregado, pesado, quase desafiador.Enquanto ele falava pouco, cada vez que olhava em minha direção, eu sentia como se me despisse com os olhos. O braço apoiado no banco, o volume discreto na calça, o jeito relaxado mas sempre alerta... aquilo me deixava em chamas. Meu corpo reagia sem eu conseguir disfarçar.A cada respirada profunda, vinha aquele cheiro de macho: suor fresco, virilidade pura, uma mistura de força e desejo. O coração acelerava, e a tensão se transformava em pura provocação dentro de mim. Ele sabia do efeito que causava. Sabia e deixava acontecer.O tempo parecia mais lento, como se cada segundo fosse um jogo erótico de olhares, de toques disfarçados, de vontades não ditas. Eu estava entregue ao clima, à energia bruta dele, ao desejo que só crescia dentro de mim.
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