O HETERO QUE CONHECI NO PUTEIRO
A noite começou como qualquer outra comemoração, risadas altas e copos tilintando no bar.Meus amigos do quartel estavam animados, celebrando o tempo de serviço como se fosse o último dia de liberdade.Entre uma bebida e outra, decidiram esticar a noite em um lugar mais… ousado.Eu fui junto, mais pela companhia do que pela intenção.Luzes baixas, música envolvente e olhares que diziam tudo sem precisar de palavras.Mas, diferente deles, algo em mim pedia calma — eu tinha que acordar cedo.Me despedi e saí, deixando o barulho para trás e buscando um pouco de silêncio.Foi na saída que ele apareceu.Um olhar firme, um sorriso de canto, e uma conversa que começou despretensiosa.Ofereci carona… e ele aceitou sem hesitar.No caminho, as palavras ficaram mais lentas, os olhares mais intensos.O clima mudou sem aviso, carregado de curiosidade e vontade.Quando percebi, já não era mais só uma carona — era um convite silencioso. Então sugeri se ele topasse uma brincadeira? Ele disse: que brincadeira? De ir no motel O motel surgiu como consequência natural daquela conexão inesperada. Sendo que ele não comeu nenhuma puta lá. Como todo hétero só quer aliviar e gozar e foi que rolou um sexo bomE naquela noite, o que começou como acaso se transformou em uma lembrança quente, impossível de esquecer. E o cara tinha uma barriga tanquinho
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